Os ministros de Bolsonaro, a pandemia e o presidente: conflitos e alianças

LUIZA SOARES[1]

Esse boletim tem o intuito de analisar como reagiram os ministros do governo Bolsonaro durante a pandemia da Covid-19. Selecionamos quatro deles: Henrique Mandetta, ministro da Saúde; Paulo Guedes, ministro da Economia; Sérgio Moro, ministro da Justiça e Abraham Weintraub, ministro da Educação.

A pesquisa foi realizada com base em informações do dia 11 de março de 2020 a 12 de abril de 2020, o que compreende um mês de vigência da pandemia. As fontes utilizadas nesse boletim foram jornais e portais tais como Folha de São Paulo, Estadão, Jornal Correio, G1, Carta Capital e informações extraídas do próprio site do Governo Federal e Ministério da Saúde, além de postagens diretas nas redes sociais dos protagonistas que estão sendo analisados.

As análises que aparecem em portais de notícia dão conta de um bloco de ministros que teria se formado nesse primeiro mês da pandemia para isolar Bolsonaro e garantir uma ação técnica do governo.[2] Nossa pesquisa, contudo, mostrou um quadro mais complexo: trabalhamos com a hipótese de que a posição tomada por Jair Bolsonaro de minimizar a pandemia foi inicialmente seguida pela maioria dos ministros aqui analisados, com exceção de Mandetta. Contudo, diante das repercussões negativas, Guedes e Moro (chamados pela mídia de superministros[3]) mudaram de lado, se alinhando com as recomendações da OMS e formando o tal bloco com o Ministério da Saúde e os ministros militares (que foram analisados em outro texto deste boletim).

 Dos ministros analisados, concluímos que apenas Weintraub permaneceu alinhado ao presidente a despeito das críticas durante todo o período da pesquisa.

Governo Bolsonaro e a crise do Coronavírus

O Coronavírus (COVID-19) é uma família de vírus que causa infecção respiratória. Seu primeiro caso foi identificado na China, antes da sua disseminação global e foi caracterizada pela OMS (Organização Mundial da Saúde), no dia 11 de março de 2020, como “pandemia”. A OMS utiliza esse termo para alertar a todos os países, sem exceção, que tomem os devidos cuidados e promovam ações de prevenção.

Com um alto índice de contaminação e sem vacina, medidas de distanciamento social e isolamento social são a única forma de combater o vírus. O intuito é “achatar a curva”, ou seja, diminuir ao máximo o ritmo da transmissão e consequentemente o número de casos simultâneos, para que o sistema de saúde não fique sobrecarregado. Infelizmente, por ações de prevenção tardia, Itália, Espanha e Estados Unidos vêm lutando contra o pior cenário possível desta crise.

Mesmo analisando o impacto do Coronavírus nesses países, o presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, assumiu uma postura de subestimação da doença e vai na contramão das advertências feitas pela OMS e por seu próprio ministro da Saúde, Henrique Mandetta. A orientação do Ministério é de que se pratique o “isolamento horizontal”, para que todas as pessoas fiquem em casa e façam a quarentena. Já o presidente defende um “isolamento vertical”, no qual somente pessoas com doenças crônicas e idosos deixarão de realizar suas rotinas para ficar em casa.

No dia 19 de março de 2020, antes do cenário de divergência política que sucedera o Governo Federal, Bolsonaro realizou sua primeira entrevista coletiva e disse estar orgulhoso com os representantes de cada pasta ministerial:

Ninguém nunca sonhava no Brasil ter uma equipe competente de ministros como nós temos. E grande parte de vocês, em especial a Globo, não deixa passar a oportunidade para dizer que “o time vai bem, apesar do seu técnico” (…) O nosso time está ganhando de goleada. Duvido que quem venha a me suceder um dia, acho muito difícil, consiga montar uma equipe como eu montei e tive a coragem de não aceitar pressões de quem quer que seja.[4]

Na época, essa fala demonstrou um cenário de alinhamento entre o presidente e seus respectivos ministros. Fato esse que não durou muito tempo. A forma de lidar com o quadro econômico em meio a uma crise sanitária como essa, divergiu opiniões dentro da política brasileira e acabou resultando no enfraquecimento de laços na base do governo.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, apoia as medidas de isolamento horizontal. Governadores eleitos na onda do “fenômeno Bolsonaro”, como Wilson Witzel e João Dória, tomam decisões próprias para combater a crise, uma vez que não recebem apoio do Presidente. Paralelo a isso, os ministros foram atuando e se posicionando.

O Ministro da Saúde contra o presidente

À frente do Ministério da Saúde, Henrique Mandetta é médico ortopedista e já experimentou a vida pública enquanto deputado. Vestindo o colete do Sistema Único de Saúde -SUS, seu discurso durante as coletivas é sempre pautado pela defesa e foco na ciência. Algumas das medidas realizadas pelo Ministério da Saúde para combater o Coronavirus são, por exemplo, a ação estratégica “O Brasil Conta Comigo – Profissionais da Saúde”, que promove o cadastramento de profissionais da saúde para ajudar gestores do SUS3. E a criação de um banco de imagens unificado, que pretende agilizar a adoção de conduta por parte de todos os profissionais da Saúde para o diagnóstico de Coronavirus.[5]

Um homem conservador, filiado ao Democratas (DEM), que outrora ganhara a admiração de Jair Bolsonaro, hoje é encarado pelo próprio presidente da República e seus apoiadores como uma ameaça. Neste momento, Mandetta faz parte de um governo que ele mesmo se contrapõe. Um governo anticientífico, que renega a potencialidade do vírus e promove a reabertura do comércio em prol da economia.

Essa divergência com o Presidente da República pôs seu cargo em jogo. Os rumores de que seria expulso do cargo foram se solidificando, até que nos dias 5 e 6 de abril, esses rumores tomaram as redes sociais e os meios de comunicação. O clima de apreensão inundou o país. Todos aguardavam o pronunciamento oficial de Jair Bolsonaro, mas o presidente recuou.

Se anteriormente Bolsonaro se orgulhava em dizer que teve coragem para não aceitar nenhuma pressão externa na formação de sua equipe, o mesmo não poderá dizer agora, com a permanência de Mandetta no cargo. Apesar do grande descontentamento por parte do Presidente, os militares do seu governo, General Braga Netto e Luiz Eduardo Ramos, decidiram pela continuidade do ministro da Saúde.

Não se sabe por quanto tempo Mandetta irá se manter no cargo. Todavia, se a intenção do presidente era expulsar o ministro para invisibilizá-lo, no entanto, acabou promovendo protagonismo e, em função disso, afundou sua própria imagem e seu próprio governo. Exemplo disso foi a recente entrevista do ministro da Saúde ao programa Fantástico[6], realizada na sede do Palácio do Governo Estadual de Goiás, cujo ocupante, o também médico Ronaldo Caiado anunciou publicamente, no dia 25 de março, o rompimento com Bolsonaro[7].

O superministro Guedes se reposiciona

A crise provocada pela COVID-19 perpassa por toda estrutura social. Como lembra Silvio Almeida: “É a crise de um padrão de sociabilidade que transforma tudo em mercadoria, inclusive saúde, educação e tempo de vida”.[8] Essa crise é também do sistema econômico vigente, na medida em que trabalhadores precisam lutar pelo seu direito de ficar em casa. Sendo assim, o debate econômico tem que andar paralelamente com a necessidade de resguardar vidas.

Paulo Guedes é o atual ministro da Economia do governo Bolsonaro. Apesar de se apresentar favorável ao isolamento social, seu posicionamento durante o período de quarentena tem se evidenciado ambíguo.

No dia 27 de março, durante uma live com empresários, o ministro afirmou que a pandemia não podia “desorganizar a economia”, em um nítido alinhamento com a posição do presidente. No entanto, durante coletiva no dia 31 de março, Guedes suavizou seu discurso e definiu esse momento do Brasil como “duas ondas”: [9]“O Mandetta está administrando essa primeira onda. São duas ondas. O Presidente tem chamado atenção também para o perigo da segunda onda (crise econômica). Essa primeira onda é uma onda de saúde.”.

Guedes apresentou o que nomeou de “pacote antivírus”, com algumas medidas econômicas emergenciais para conter a crise. Por exemplo, o adiantamento do pagamento do 13º salário dos aposentados e pensionistas do INSS e, a aprovação da renda básica emergencial apresentada pelo Congresso Nacional. Essa renda foi uma alternativa da oposição ao valor inicial de 200 reais proposto por Guedes. Com o acréscimo de 100 reais feitos pelo ministro, a renda emergencial fechou em 600 reais e destina-se às famílias mais pobres, desempregados, autônomos, microempreendedores etc.

Todavia, a forma como Guedes tem se expressado demonstra que as ações emergenciais dependem da resposta positiva do Congresso em dar continuidade à aprovação de dezesseis projetos de reforma econômica que considera importantes para a superação da economia após a crise. Fala essa criticada pelo próprio presidente da Câmara dos Deputados, deputado Rodrigo Maia.

Trabalhando em casa durante a quarentena, o ministro afirmou que “mesmo o mais simples brasileiro pode ser ajudado” e que não deixará ninguém sem acesso a renda básica durante a pandemia. Guedes disse, ainda, que o governo está focado nas camadas mais vulneráveis, na tentativa de formar um “cinturão de proteção”: “Eles têm que saber que o governo está com eles[10]” disse o ministro.

Ao observar esse tipo de postura por parte de um ministro ultraliberal, sugere-se uma conduta antagônica ao Presidente da República, que defende declaradamente uma abertura imediata na quarentena, a ponto de afirmar no dia 12 de abril que o “vírus estaria indo embora[11]”. Já o ministro deu um prazo maior, de dois a três meses para que Mandetta possa resolver as questões da saúde, antes de pressionar uma reabertura à produção.

Mas o fato é que o dito “cinturão de proteção” defendido por Guedes, durante o período de crise, terá um custo. Por exemplo, o impulsionamento de empregos através de desencargos trabalhista. Isso demonstra que, qualquer que seja a solução encontrada neste momento de isolamento, o ônus, ao final da crise, recairá mais uma vez sobre o trabalhador.

    A ambiguidade do superministro Sérgio Moro

O terceiro ministro analisado neste boletim é o Ministro da Justiça, o ex-juiz, Sérgio Moro. Com início da pandemia no Brasil, Moro se manifestou de acordo às advertências do Ministério da Saúde. Além disso, fez críticas internas ao comportamento de Bolsonaro durante o comparecimento do presidente da República às manifestações contra o Congresso Nacional no dia 15 de Março de 2020.

Como o agravamento da crise, Moro tomou algumas medidas preventivas como a suspensão de visitas no Sistema Penitenciário Federal e a antecipação de vacinações contra policiais penais e presos. Além disso, a Força de Segurança Nacional também foi autorizada a prestar apoio ao Ministério da Saúde na escolta de medicamentos, garantia da segurança e auxílio no controle sanitário realizado em portos, aeroportos, rodovias e centros urbanos.

Mediante a isso, no dia 30 de março, o Presidente Jair Bolsonaro fez críticas ao Ministro. Segundo ele, Moro só se preocupa com sua própria imagem e não estaria assistindo-o juridicamente na luta travada com governadores. A conclusão do Presidente é de que o ex-juiz só está interessado em apoiar o que lhe dá capital político.[12]

No entanto, Moro fez algumas ponderações alinhadas ao Presidente da República em seu Twitter.[13] Prova disso foi sua posição contrária ao fechamento de rodovias, que coaduna com a fala de Bolsonaro sobre considerar “um exagero medidas como o fechamento de estradas”.[14] Uma segunda concordância foi adotada no dia 31 de março, logo após as críticas que sofreu do Bolsonaro. Neste dia, Moro compartilhou o pronunciamento oficial do Presidente da República e deu os parabéns a Bolsonaro pelo “pronunciamento conciliador” entre isolamento social e garantia da economia.

O fato é que Moro, embora seja sempre colocado como protagonista por boa parte da mídia – talvez saudosa dos tempos da lava-jato – ocupa um papel secundário nessa crise da pandemia.

Weintraub ao lado de Bolsonaro

Já na contramão de dois Ministros ambíguos, Bolsonaro encontra alguns aliados ideológicos. Um deles é o ministro da Educação, Abraham Weintraub.

A abordagem feita por Weintraub foge um pouco da dicotomia que estávamos tratando até agora sobre isolamento vertical e horizontal. O ministro tem usado este momento de crise, sobretudo, para reafirmar ideologias e convicções que carrega consigo desde sua entrada no governo.

Devido ao agravamento da doença no Brasil e a necessária paralisação das aulas, o ministro promoveu, por exemplo, a flexibilização das regras do Ensino Superior (público e privado) à distância e disponibilizou meios tecnológicos que permitem atender mais de cento e vinte alunos por hora, segundo informações do Ministério da Educação.

Defensor do ensino à distância e de Homeschooling (Educação Domiciliar), Weintraub politizou durante entrevista à Radio Jovem Pan. O ministro afirmou que sistemas como esses deveriam ser repensados, uma vez que não se sabe se essa seria a última pandemia importada da China (citando a H1N1, SARS e COVID-19). Para ele, é necessário que se supere os “anátemas do passado” e se assuma o ensino à distância e domiciliar.[15]

Outra consideração é a respeito do corte nas bolsas dos programas de Pós Graduação. O ministro da Educação usa de sua postura ideológica como ponte para justificar, neste momento de crise social, econômica e política, o sucateamento dos cursos de Ciências Humanas. Além de culpabilizar os movimentos de esquerda pela falta de investimentos na saúde, justifica o corte em bolsas de alguns cursos como Antropologia e Filosofia, para que se invista em cursos tradicionais que “realmente interessem à sociedade”.

No que se refere ao isolamento social, Weintraub sustentava um tipo de postura até o dia 26 de março, momento em que conflitos internos entre o Ministério da Saúde e o Presidente começaram ocorrer. O ministro da Educação ressaltava a importância de salvar vidas e reiterava a necessidade de ficar em casa e cuidar, sobretudo, dos mais idosos. Afirmou, também, que estava trabalhando com equipe reduzida no MEC e que havia liberado a grande maioria para trabalhar em casa.

A partir do dia 27 de março seu discurso mudou. No Twitter, ele acusou o Jornal Nacional de propagar pânico e destruir nossa liberdade. Hostilizou a renda básica e chamou atenção para uma “servidão mental” na qual a sociedade segue líderes especialistas na saúde sem questioná-los. “A pior escravidão é a servidão mental. Temos que pensar na Saúde, porém, isso não justifica TUDO o que “especialistas” fizeram. O presidente Bolsonaro, instintivamente, percebeu isso antes de todos nós. Ele, talvez, seja nossa última chance de salvarmos o Brasil e nossas famílias.” disse o ministro.[16]

Não obstante, no dia 6 de abril, o ministro fez uma postagem racista no aplicativo  Instagram na qual atacava a China[17], nosso maior parceiro comercial, insinuando que o governo chinês teria um plano para se beneficiar dessa crise. Discurso esse que também se aproxima do Presidente, que insiste em chamar o vírus de “vírus chinês”.

Conclusão

A complexidade do mundo político envolve diversas disputas internas, que devem ser mediadas pelo chefe de Estado, alguém que seja capaz de guiar o país para um horizonte em comum. Contudo, como foi analisado, Bolsonaro, vai na contramão desse manual político. Encontramos discordância em toda estrutura política: Executivo, Legislativo e Judiciário. O Presidente também não promove uma coordenação entre seus ministros e tampouco aos representantes de cada Estado.

A entrevista do ministro da Saúde, Henrique Mandetta, que foi ao ar domingo, dia 12 de abril, relata o seu descontentamento com a postura adotada pelo Presidente. Bolsonaro não só ignora todas as medidas de prevenção, como também impulsiona que à sociedade civil as ignore. Sendo assim, é plausível pensarmos que a intenção do Ministro seja ser demitido. Mandetta deixou transparecer que não ficará no cargo pós pandemia, por isso, não procura fazer conciliações em seu discurso e escancara o clima crítico entre o Ministério da Saúde e o Presidente do Brasil.

Se reavaliarmos nossa hipótese é mais provável que Mandetta esteja isolado no Ministério, com o apoio incondicional apenas de sua equipe, pois, Guedes e Moro, usam do discurso conciliador[18] entre “isolamento social” e “oxigenação da economia”[19]. Outra evidência disso é a notícia de 14 de abril de que os ministros militares teriam abandonado Mandetta porque ele desafiou o presidente ao falar com a Globo. [20]

Em suma, não há união no governo em prol da superação da crise sanitária. As condutas e os discursos dos ministros podem mudar de acordo com seus interesses e com as pressões que o próprio Bolsonaro faz, seja em reuniões internas seja mobilizando os seus apoiadores.


[1] Luiza Soares é mestranda em ciência política no IESP/UERJ, graduada em ciências sociais na UFRJ e pesquisadora do NUDEB

[2] https://www.nexojornal.com.br/expresso/2020/04/05/Como-um-grupo-de-ministros-isola-o-discurso-de-Bolsonaro e https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/moro-se-opoe-a-bolsonaro-e-forma-bloco-de-apoio-a-mandetta-com-guedes.shtml

[3] https://congressoemfoco.uol.com.br/governo/com-dois-superministros-novo-ministerio-pode-ser-dividido-em-seis-nucleos-conheca-os-ministros/

[4] https://www.gov.br/planalto/pt-br/acompanhe-o-planalto/entrevistas/2020/entrevista-coletiva-concedida-pelo-senhor-presidente-da-republica-jair-bolsonaro-e-ministros-palacio-do-planalto

[5] https://www.saude.gov.br/noticias

[6] https://g1.globo.com/fantastico/noticia/2020/04/12/maio-e-junho-serao-os-meses-mais-duros-afirma-mandetta-em-entrevista-exclusiva-ao-fantastico.ghtml

[7] https://oglobo.globo.com/brasil/caiado-rompe-com-bolsonaro-diz-que-presidente-nao-pode-lavar-as-maos-por-colapso-economico-24327320

[8] https://twitter.com/silviolual/status/1239712478097006592

[9] https://www.folhadelondrina.com.br/politica/em-oposicao-a-bolsonaro-guedes-e-moro-reforcam-importancia-de-isolamento-contra-coronavirus-2984744e.html

[10] https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,ha-toda-uma-logistica-o-dinheiro-nao-cai-do-ceu-diz-guedes-sobre-liberacao-do-auxilio,70003255427

[11] https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/em-live-com-religiosos-bolsonaro-vai-na-contramao-de-especialistas-e-diz-que-virus-esta-indo-embora.shtml

[12] https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,bolsonaro-diz-que-moro-e-egoista-e-nao-ajuda-governo-em-crise-do-coronavirus,70003253514

[13] https://twitter.com/SF_Moro/status/1241119672344489986

[14] https://noticias.uol.com.br/colunas/reinaldo-azevedo/2020/03/24/bolsonaro-recua-e-da-aos-estados-autonomia-para-fechar-estradas.htm

[15] https://twitter.com/AbrahamWeint/status/1240405993869185026

[16] https://twitter.com/AbrahamWeint/status/1243529248855515139

[17] https://istoe.com.br/embaixada-da-china-repudia-tuite-ironico-de-weintraub-cunho-fortemente-racista/

[18] https://twitter.com/SF_Moro/status/1245174900135993347

[19] https://www.infomoney.com.br/economia/guedes-defende-equilibrio-entre-isolamento-social-e-o-que-a-economia-aguenta/

[20] https://noticias.uol.com.br/colunas/thais-oyama/2020/04/13/mandetta-perdeu-apoio-dos-militares-do-planalto.htm?utm_source=meio&utm_medium=email

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