Militares, Bolsonaro e o coronavírus: uma relação tensa

VICTOR PIMENTEL[1]

Esse texto tem como objetivo investigar a relação entre militares (em especial, aqueles que estão diretamente vinculados ao governo) e o presidente da República, Jair Bolsonaro, diante da pandemia da Covid-19 no país. Tal análise tem como fontes matérias de jornais e portais de notícias variados, bem como as manifestações dos próprios militares em redes sociais. O período abarcado pela pesquisa compreende o tempo decorrido entre o dia 11 de março – dia em que a OMS classificou a expansão do coronavírus como uma pandemia – e o dia 11 de abril, quando completou-se um mês de vigência da pandemia.

Uma das finalidades deste trabalho é colaborar para o debate acerca da participação e atuação de militares ao longo da gestão Bolsonaro. Contrariando a ideia bastante veiculada em alguns meios de comunicação de que a ala militar do atual governo representa o “grupo técnico e pragmático” – responsável por medidas e decisões pragmáticas e esvaziadas de conteúdo político -, em oposição ao “grupo ideológico”, encabeçado por Olavo de Carvalho e os filhos do presidente, pretendemos demonstrar a seguinte hipótese: as ações de militares em relação ao governo não são imbuídas simplesmente de “preocupações técnicas” a respeito de certas questões administrativas ou de garantir a efetividade da governabilidade em prol das reformas econômicas. Entendemos que há, sobretudo, um forte teor ideológico (isto é, são motivadas por determinadas crenças e valores representados pelos militares) nas ações dos ministros oriundos das forças armadas. Tais valores são representados, principalmente, pela preocupação com a manutenção da “ordem” social e política do país e também pela conservação do prestígio da ala militar frente à opinião pública.

A narrativa do embate entre militares e olavistas

             A escalada de Jair Bolsonaro até a presidência da República foi marcada pelo apoio de diferentes grupos ao longo de sua campanha. Dentre eles, destacam-se os militares, que marcam o “chão” da trajetória do ex-deputado (a despeito de seus comportamentos tidos como reprováveis pelo mesmo meio[2]), e setores associados às ideias defendidas pelo escritor Olavo de Carvalho. De um lado, podemos citar os vários ministros militares que compõem a gestão de Bolsonaro[3], como o tenente-coronel da reserva Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia), o general da reserva Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), o atual chefe da Casa Civil, o general Wagner Souza Braga Neto (que foi o responsável pela intervenção federal no Rio de Janeiro durante o governo Temer) e o ex-ministro da Secretaria de Governo, o general Carlos Alberto dos Santos Cruz. Do outro lado, elencamos, além do próprio Olavo de Carvalho, os filhos de Bolsonaro, o ministro da educação Abraham Weintraub[4], o chanceler Ernesto Araújo e o recém-oficializado diretor de mídias sociais Mateus Colombo, que se identifica como “olavete”[5], entre outros.

             Desde o início da gestão de Bolsonaro é clara a existência de uma relação tensa e conflituosa entre militares e “olavistas”. Já em março de 2019 – apenas dois meses depois da posse de Jair Bolsonaro – Olavo de Carvalho proferiu ataques aos militares da gestão presidencial, afirmando que o governo estaria recheado de “militares acovardados”, “inimigos do povo”[6]. Pouco tempo depois, em abril do mesmo ano, Carvalho passou a criticar duramente o vice-presidente Hamilton Mourão através de suas redes sociais[7]. O auge do embate entre esses dois grupos até o presente momento talvez tenha sido a discussão entre Carvalho e o general Santos Cruz[8].

Na troca de farpas, o militar levou a pior: a remoção de Santos Cruz do cargo representou não só uma importante vitória dos olavistas, mas também uma movimentação de Bolsonaro em direção a uma maior aproximação da “ala ideológica” de seu governo[9]. O presidente voltaria a “contrabalançar” sua relação com o setor militar apenas no início de 2020, com a nomeação de Braga Netto para da Casa Civil, o que significou uma espécie de “ressurreição” do prestígio da ala militar na gestão governamental[10].

Tais acontecimentos funcionam como as bases empíricas da seguinte narrativa, adotada pela maior parte dos jornais e portais de notícia: existe um grupo ideológico – notadamente representado por Olavo de Carvalho e seus seguidores -, responsável pela defesa de ideias radicalmente conservadoras e adeptos de uma espécie de “guerra cultural” contra a esquerda; e um grupo “técnico” e/ou “pragmático”, capitaneado pelos militares, cuja principal preocupação residiria em questões de cunho objetivo – ou seja, questões ligadas a técnica administrativa, eficiência, reformas econômicas, etc[11]. Assim, a ala ideológica seria aquela responsável por incendiar debates públicos e se envolver em temas relacionados a crenças e valores políticos, enquanto a última – a ala técnica/pragmática – se encarregaria de como resolver problemas administrativos e promover as tais “reformas estruturais”[12]. Não é preciso buscar muito na internet para ver outros exemplos da aplicação de tal narrativa[13].

No entanto, considerando a história política do país e as recentes comemorações públicas de parcelas do setor militar – como as manifestações em redes sociais do general e vice-presidente Hamilton Mourão e do general e ministro da Defesa Fernando Azevedo e Silva – em relação ao golpe de 1964[14], será que é mesmo adequado identificar a influência e participação dos militares no governo como algo que diz respeito puramente a questões técnicas e pragmáticas?

Os militares durante a pandemia

             Desde o início do ano, o presidente Jair Bolsonaro tem assumido em seus discursos uma postura de diminuição da gravidade da disseminação e dos efeitos do novo coronavírus[15]. Classificando-o como uma “gripezinha” e considerando as reações de isolamento social adotadas nos estados como medidas “alarmistas”[16], o chefe do Executivo segue firme na manutenção de uma postura negacionista e contrária às recomendações da OMS[17]. Talvez o momento mais marcante desse comportamento adotado pelo presidente tenha sido o discurso proferido em rede nacional no dia 24 de março no qual ele reforçou a ideia de que a mídia estaria colaborando para a criação de uma situação de “histeria” desnecessária e combateu fortemente as medidas de isolamento social assumidas pela maior parte dos governadores, reafirmando a necessidade de que o Brasil “voltasse ao normal” imediatamente[18].

             É interessante observar as reações iniciais de algumas parcelas do setor militar a esse pronunciamento. O vice-presidente Hamilton Mourão, por exemplo, avaliou que o grande problema da fala de Bolsonaro não era exatamente o conteúdo, mas sim a forma, o modo como ele se expressou[19]. Disse também o general que Bolsonaro estaria, até esse momento, dentro da política planejada pelo Ministério da Saúde, o que, evidentemente, não condizia com a realidade, uma vez que este ministério continua reforçando a necessidade de isolamento social e a gravidade da disseminação da Covid-19[20].

Além disso, outros militares também avaliaram que o enfoque do presidente sobre as consequências nocivas para a economia acarretadas pelas medidas de confinamento é correto, uma vez que o Brasil “não pode parar totalmente”, nem que seja por uma questão de saúde pública[21]. Para eles, o presidente se mostra coerente, a despeito de sua maneira de falar – ou seja, mais uma vez, o problema estaria na forma, mas não no conteúdo. Tal postura de parcelas da ala militar colabora na demonstração de que este setor nem sempre está preocupado apenas com questões “técnicas” e/ou “pragmáticas”. Se assim o fosse, a reação ao pronunciamento do presidente deveria seguir uma direção mais próxima às recomendações da OMS, que, até o momento, reforçam constantemente a necessidade de medidas de isolamento social rígidas.

             Ainda que outros militares tenham se posicionado de maneira contrária ao primeiro pronunciamento do presidente – o exemplo mais demonstrativo talvez seja o vídeo gravado e publicado em redes sociais do atual comandante do Exército Edson Leal Pujol -, não deixa de ser curiosa a tentativa inicial de promover uma espécie de “compatibilização” entre o discurso presidencial e o discurso de parcelas importantes da ala militar. Alguns exemplos podem colaborar na ilustração desse assunto.

             Dias depois do discurso em rede nacional, Bolsonaro saiu às ruas no Distrito Federal, desobedecendo novamente as medidas de confinamento mundialmente aplicadas[22]. Apesar das diversas críticas direcionadas ao presidente por essa atitude, o general do Exército Eduardo Villas Bôas, assessor do Gabinete de Segurança Internacional, elogiou o presidente em sua conta no Twitter, afirmando que a atitude do mesmo “revela coragem e perseverança nas próprias convicções”[23]. A valorização da postura extremamente irresponsável do chefe do Executivo – que colocou não só a sua própria vida em risco, como também de várias outras pessoas com as quais ele esteve em contato durante esse “passeio” – não possui qualquer tipo de base técnica que a justifique. Também foi completamente inócua do ponto de vista pragmático, servindo apenas para exacerbar os conflitos entre o presidente e os partidos, o judiciário, os governadores e a mídia.

 Ademais, no mesmo dia, 30 de março, integrantes do núcleo militar do Palácio do Planalto começaram a compartilhar conteúdos em apoio a ideia defendida por Bolsonaro de redução do isolamento total e aplicação do isolamento vertical[24] – isto é, voltado apenas para idosos e pessoas com doenças prévias -, medida não adotada em nenhum país do mundo até agora[25] devido a ineficácia em relação a diminuição dos casos de morte e contaminação pela Covid-19. A principal motivação para tal apoio dos militares seria o prognóstico de que, caso a quarentena tenha sua duração estendida até o final de abril, há uma grande chance de aumento vertiginoso em casos de roubos, saques e furtos no país.[26] O desenrolar deste cenário certamente impactaria de maneira profunda um dos principais carros-chefe da campanha de Bolsonaro: o investimento em políticas de segurança pública e a diminuição dos índices de criminalidade, o que provavelmente dificultaria uma eventual reeleição em 2022. Logo, torna-se evidente que também neste caso a postura assumida por parcelas importantes do setor militar não se pautou em qualquer tipo de avaliação técnica ou administrativa, mas sim em questões de manutenção da “ordem” social e, sobretudo, no desempenho eleitoral em 2022.

Ainda em relação a questões de “instabilidade social” do país, é possível observar outros casos. Representantes de peso da ala militar se manifestaram, não raras vezes,  preocupados com os embates entre Bolsonaro e governadores não por questões técnicas relacionadas à saúde da população, mas sim porque “a turbulência política misturada com crise sanitária tem potencial para causar ainda mais problemas ao país”[27]. Assim, entra nessa lista de preocupações primordiais do setor militar o “risco de instabilidade social devido aos impactos econômicos da pandemia”[28]. Junto a isso, é possível identificar outra motivação que sustenta a adoção de tais posturas por parte dos militares ligados ao governo: o receio quanto ao prestígio e a reputação da ala militar frente à opinião pública.

Segundo duas matérias da Folha de S. Paulo, dos dias 27[29] e 31[30] de março, militares analisam a atual situação política de Bolsonaro da seguinte maneira: estando o presidente cada vez mais isolado, devido a defesa de medidas que contrariam as recomendações médicas da OMS e o colocam em conflito direto com a maior parte dos governadores e com seu próprio ministro da saúde, há um temor generalizado de que o agravamento de tal situação coloque a ala militar contra os governadores e/ou crie momentos de radicalismo que envolvam as Forças Armadas. Ambos os cenários são prejudiciais para o grupo militar em geral, uma vez que, para a opinião pública, a gradativa falência do governo Bolsonaro pode representar o fracasso (ou pelo menos um profundo desgaste) dos militares no poder[31]. Mais uma vez, estamos tratando aqui não de preocupações de caráter técnico, mas sim de receios de cunho político e ideológico por parte de um determinado grupo.

Uma das maneiras possivelmente úteis para reverter tal situação seria tentar controlar minimamente as atitudes de Bolsonaro. Para parte da imprensa, é exatamente isso o que tem acontecido nos últimos dias[32]. As evidências podem ser encontradas na mudança de tom do discurso de 24 de março para os pronunciamentos seguintes[33], na redução de entrevistas e brigas com a imprensa após saída diária do Palácio da Alvorada, na presença e mediação constantes do general Walter Braga Netto, ministro da Casa Civil, nas coletivas do Palácio do Planalto, entre outras. Para alguns, tais exemplos, inclusive, reforçariam a ideia de que não seria mais Bolsonaro quem estaria governando o Brasil, mas sim os próprios militares[34].

Ainda que não concordemos com tal hipótese, julgamos importante reforçar novamente que a preocupação da ala militar com a “moderação” de Bolsonaro diz respeito a questões que não são contempladas pela esfera da técnica, eficiência ou eficácia administrativas. Elas se referem, claramente, a problemas relacionados a imagem do grupo militar perante a população, ao prestígio dos fardados no que tange a atuação política, etc. – ou seja, problemas de cunho ideológico e político, o que contraria a tese de que a ala militar seria um setor puramente técnico.

Outra evidência de grande relevância para este debate são as declarações expostas na matéria do site UOL, do dia 8 de abril[35]. Nela, a jornalista Thaís Oyama escreveu que um militar do Palácio do Planalto disse que se Bolsonaro tiver “razão quanto aos prejuízos do isolamento social e os benefícios da cloroquina, nós [militares associados a Bolsonaro] invadimos o Nordeste”. A mesma ala militar foi responsável pela sugestão de que o presidente passasse a valorizar mais as oportunidades de aparição em cadeia nacional de rádio e TV (como as entrevistas para o Datena), em vez de focar somente nas lives nas redes sociais, a fim de conseguir se aproximar mais do “povão”. Tais exemplos reforçam a hipótese de que a ala militar também é motivada por questões de caráter ideológico e político – no caso, vemos uma certa preocupação com o desempenho eleitoral de Bolsonaro (e possivelmente de demais apoiadores).

Ainda mais recentemente, após a entrevista realizada por Henrique Mandetta (Ministério da Saúde) ao Fantástico, militares voltaram a se manifestar contra as falas do ministro, chegando até mesmo a rever seu posicionamento favorável a permanência do mesmo[36]. Na entrevista, Mandetta defendeu a unificação do discurso de combate ao Covid-19, criticou indiretamente a circulação do presidente em áreas públicas e rechaçou a dubiedade promovida pelas falas de Bolsonaro em relação ao coronavírus e a necessidade de isolamento social (“não se sabe se escuta o ministro, [ou] o presidente”)[37]. Depois disso, começaram a surgir diversas críticas do setor militar, incluindo o vice-presidente Hamilton Mourão, que afirmou que o ministro “cruzou a linha da bola”[38]. Tais movimentações denotaram a forte possibilidade de um recuo do apoio dos militares a Mandetta motivado não por questões técnicas ou pragmáticas, mas sim porque o último teria desrespeitado hierarquias ao criticar publicamente as falas e atitudes irresponsáveis de Bolsonaro[39].

Por fim, ainda que o presidente insista na elaboração de medidas de isolamento vertical e continue promovendo pequenos “passeios” nas ruas do Distrito Federal – desobedecendo as recomendações de isolamento e gerando pequenas aglomerações por onde circula -, setores importantes do grupo militar continuam apoiando Bolsonaro publicamente. Esse é o caso do general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército, que afirmou para o Jornal Estado de S.Paulo que “ninguém tutela o presidente” e de que ele ainda possui o apoio da área militar[40]. Além dele, recentemente o vice Hamilton Mourão e o ministro-chefe da Secretaria de Governo Luiz Fernando Ramos colocaram em suas contas no Twitter manifestações de apoio ao presidente[41]

Se a técnica e o pragmatismo fossem os principais critérios de atuação da ala militar, os apoios a Bolsonaro não ser justificariam, uma vez que o chefe do Executivo continua agindo como se não levasse em consideração as diversas recomendações médicas da OMS, tampouco as medidas sugeridas por especialistas e pesquisadores da área da saúde em todo Brasil.

Conclusão            

No presente texto, buscamos analisar brevemente a participação de militares associados ao governo durante o primeiro mês da pandemia.  Trabalhamos com a hipótese de que os militares agem motivados por cálculos eleitorais e questões ideológicas. Neste sentido, a distinção fomentada na mídia por reportagens e diversos analistas entre um bloco de ministros “técnico” e “pragmático” liderado pelos militares e outro “ideológico” composto pelos ministros seguidores do Olavo de Carvalho deve ser problematizada. Esperamos que tal análise colabore para a complexificação da compreensão a respeito das dinâmicas de interação entre os diferentes grupos que compõem o governo e que nos permita avaliar o papel dos militares sem a mistificação que envolve esse setor em boa parte do debate público dominante.


[1] Victor Pimentel é graduando em ciências sociais da UFRJ do 8º período e pesquisador do NUDEB.

[2] https://piaui.folha.uol.com.br/lupa/2019/01/01/trajetoria-bolsonaro-presidente/

[3]  https://www.bbc.com/portuguese/brasil-51646346

[4]https://exame.abril.com.br/blog/joel-pinheiro-da-fonseca/a-guerra-dentro-do-governo/

[5].https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2020/04/01/coronavirus-bolsonaro-tenta-moderar-o-discurso-e-adota-tom-mais-ameno.htm

[6].https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2019/05/07/interna_politica,1051683/entenda-a-briga-entre-olavistas-e-militares-no-governo-bolsonaro.shtml

[7]https://www.em.com.br/app/noticia/politica/2019/04/23/interna_politica,1048290/olavo-de-carvalho-dispara-nova-leva-de-ataques-contra-mourao-corrupcao.shtml

[8]https://www.gazetadopovo.com.br/republica/santos-cruz-briga-olavo-carvalho-bolsonaro/

[9]https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/06/bolsonaro-rearranja-relacao-com-ala-militar-do-governo.shtml

[10].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/02/plano-de-bolsonaro-para-casa-civil-consolida-retomada-de-prestigio-da-ala-militar.shtml

[11].https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/imprensa/militares-nao-tomaram-o-poder-de-bolsonaro-mas-seguram-mandetta-no-ministerio-da-saude-246406/

[12].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/05/ala-militar-do-governo-adota-tatica-para-se-contrapor-ao-barulho-de-olavistas.shtml

[13].https://apublica.org/2020/04/nao-tem-criticas-ao-governo-so-ao-presidente-diz-general-paulo-chagas/#.Xo-iXDYRxtE.twitter

[14].https://veja.abril.com.br/politica/bolsonaro-mourao-azevedo-os-elogios-do-governo-a-ditadura-militar/

[15].https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/03/26/frases-bolsonaro-coronavirus.ghtml

[16].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/de-gripezinha-a-pedido-por-uniao-compare-os-pronunciamentos-de-bolsonaro-na-crise-do-coronavirus.shtml

[17].https://saude.estadao.com.br/noticias/geral,oms-reforca-proposta-de-isolamento-social-contra-coronavirus-mas-diz-que-e-preciso-fazer-mais,70003249476

[18].https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2020/03/24/bolsonaro-volta-a-se-referir-ao-coronavirus-como-gripezinha-e-criticar-governadores-por-restricoes.htm

[19]https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/03/25/mourao-diz-que-bolsonaro-nao-se-expressou-da-melhor-forma-em-pronunciamento.ghtml

[20].https://exame.abril.com.br/brasil/mourao-bombeiro-ganha-apoio-de-militares-durante-pandemia-de-coronavirus/

[21].https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2020/03/24/coronavirus-pronunciamento-bolsonaro-reacao-militares.htm

[22]https://noticias.uol.com.br/politica/ultimas-noticias/2020/03/29/bolsonaro-contraria-ministerio-da-saude-e-faz-tour-pelas-ruas-do-df.htm

[23].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/general-villas-boas-defende-bolsonaro-e-cita-momento-grave-na-crise.shtml

[24].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/bolsonaro-defende-isolamento-parcial-ataca-congresso-e-ve-possivel-instabilidade-democratica.shtml

[25].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/militares-do-governo-temem-violencia-e-endossam-discurso-contra-quarentena-total.shtml

[26] Idem.

[27].https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/embate-de-bolsonaro-com-governadores-incomoda-ala-militar,6f9d4f19c57f1a66d9b658f9fd9e28d9pug9mudm.html

[28].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/isolado-bolsonaro-chora-e-busca-apoio-entre-militares-contra-crise.shtml

[29]https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/militares-temem-efeitos-do-radicalismo-com-bolsonaro-isolado.shtml

[30].https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/03/isolado-bolsonaro-chora-e-busca-apoio-entre-militares-contra-crise.shtml

[31].https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/04/fracasso-de-bolsonaro-e-tambem-um-fracasso-dos-militares-no-poder-diz-analista-internacional/

[32].https://economia.uol.com.br/colunas/carla-araujo/2020/04/01/coronavirus-bolsonaro-tenta-moderar-o-discurso-e-adota-tom-mais-ameno.htm

[33]https://g1.globo.com/politica/blog/gerson-camarotti/post/2020/04/01/mudanca-de-tom-na-fala-de-bolsonaro-alivia-auxiliares-que-temiam-isolamento-do-presidente.ghtml

[34].https://www.brasil247.com/regionais/brasilia/bolsonaro-nao-governa-presidente-de-fato-e-braga-neto-diz-nassif?amp=&utm_source=AddThis&utm_medium=AddThis&utm_campaign=brasil247-addthis

[35].https://noticias.uol.com.br/colunas/thais-oyama/2020/04/08/bolsonaro-o-pai-da-cloroquina.htm

[36].https://oglobo.globo.com/brasil/militares-comecam-rever-posicao-sobre-permanencia-de-mandetta-24367621

[37].https://oglobo.globo.com/brasil/pais-nao-sabe-se-escuta-ministro-ou-presidente-diz-mandetta-24367167

[38]https://oglobo.globo.com/brasil/mandetta-cruzou-linha-da-bola-em-entrevista-diz-mourao-24370222

[39]https://noticias.uol.com.br/colunas/thais-oyama/2020/04/13/mandetta-perdeu-apoio-dos-militares-do-planalto.htm?utm_source=meio&utm_medium=email

[40].https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,villas-boas-ninguem-tutela-o-bolsonaro,70003258645

[41].https://valor.globo.com/politica/noticia/2020/04/08/militares-reforam-apoio-a-bolsonaro-em-meio-crise-do-coronavrus.ghtml

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