A pandemia e os movimentos sociais: da solidariedade e resistência ao Fora Bolsonaro

Por Cello Latini

O presente texto tem como objetivo analisar, entre 12 de abril e 11 de maio, a reação dos movimentos sociais ao desenvolvimento da pandemia da Covid-19 no Brasil e aos conflitos políticos provocados pela postura do presidente Bolsonaro, que minimizou a doença e priorizou o funcionamento da economia, desafiando as recomendações de isolamento social e quarentena.

No primeiro boletim, investigamos este mesmo tema para o período de 11 de março até 11 de abril, abrangendo um mês de vigência da pandemia. Nossa pesquisa encontrou os movimentos sociais altamente mobilizados, com redes de solidariedade fundamentais para diminuir o sofrimento da população diante da doença. Em paralelo, vimos também que as articulações nacionais dos movimentos – Frente Brasil Popular e Frente Povo Sem Medo – elaboraram um programa unitário de medidas emergências que o país deveria adotar, com mais de 60 propostas, sem encontrar muita audiência nas instituições.

Neste segundo mês, as redes de solidariedade se fizeram novamente presentes, demonstrando que seu alcance e força foram de fato fundamentais para a população mais vulnerável e que ajuda a ampliar a oposição ao governo. Além disso, nossa hipótese é que a inicial unidade dos movimentos sociais de esquerda não se manteve, com discordâncias sobre como dar sequência à luta contra o governo Bolsonaro.

Redes de solidariedade dos movimentos sociais e das universidades

Desde o início das medidas dos governos estaduais pelo isolamento social, diversos movimentos sociais se mobilizaram para fornecer cestas básicas, materiais de higiene e informação à população, buscando ainda pressionar as instituições para que apoiassem essas articulações. Em Goiás, por exemplo, movimentos sociais do campo apresentaram propostas ao governo estadual em defesa da agricultura familiar e da distribuição de alimentos para a população em situação de vulnerabilidade. Tais movimentos se expressam pelo MST, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Goiás (Fetaeg), pela Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar (Fetraf) e pelo Movimento Camponês Popular (MCP)[1].

Em Manaus, um restaurante iniciou o projeto “Mesa Solidária”, doando mais de 200 sacolas de alimentos para pessoas moradoras de rua e de baixa renda[2]. Intensificaram-se as distribuições de alimentos e cestas básicas com materiais de higiene. No Rio de Janeiro, a ONG Rio da Paz se concentrou em fornecer alimentos para os moradores das favelas onde a organização atua. No Complexo do Alemão, a prevenção e a alimentação dos moradores está sendo realizada por meio da campanha “Pandemia com empatia”, com apoio do coletivo Voz da Comunidade, e o gabinete de crise, formado por moradores, organiza a distribuição de cestas básicas e de higiene[3]. Em Belo Horizonte, no Morro do Papagaio, ações de prevenção estão sendo organizadas por Julio Fessô, um líder comunitário.

Nacionalmente, a CUFA (Central única das Favelas), presente em mais de 20 estados, conseguiu distribuir 600 toneladas de alimentos[4]. Em Brasilândia (São Paulo), uma vaquinha foi organizada para auxiliar inicialmente quase 700 pessoas[5]. No Mato Grosso do Sul, movimentos sociais, como o Coletivo Terra Vermelha, organizaram uma vaquinha para distribuir alimentos às comunidades indígenas Guarani e Kaiowá[6]. Em mais de 17 estados, o MST integrou pontos de distribuição de alimentos, além de campanhas de arrecadação.

As iniciativas populares não se limitam a medidas sanitárias: a CUFA (Central Única das Favelas) fez levantamentos estatísticos sobre a situação dos moradores e concluiu que 76% das pessoas que moram em favelas passaram a gastar mais dinheiro durante a pandemia[7]. Outra iniciativa partiu da organização Voz das Comunidades na criação de um portal de monitoramento do coronavírus nas favelas cariocas[8].

As universidades públicas também contribuíram para formar redes de solidariedade. Enquanto várias universidades privadas mantiveram seu calendário com o ensino à distância, as universidades públicas suspenderam as aulas por tempo indeterminado. A União Nacional dos Estudantes divulgou uma nota oficial defendendo a redução das mensalidades de universidades particulares[9]. Dentre as questões pontuadas na nota, há a reivindicação para que as universidades “não reprovem estudantes por falta”, “não alterem o Coeficiente de Rendimento (CR) com base nas notas do semestre de 2020.1” e garantam “impressão e resgate de documentos”[10]. Além disso, universidades públicas têm se mobilizado em apoio à população. No Paraná, houve produção e doação de 500 máscaras e centenas de litros de álcool à Coordenadoria de Defesa Civil. Na UEPG, o projeto “Protetor Facial”, da campanha “UEPG Contra o Coronavírus”, desenvolveu escudos faciais para a população. No mesmo estado, a Unioeste, a UEN e a UENP também tomaram iniciativas de produzir protetores faciais[11].

No dia 01 de Maio, pesquisadores e lideranças comunitárias entregaram virtualmente um plano com 13 medidas de prevenção ao estado e ao município do Rio de Janeiro[12]. O “Plano de Ação Covid nas Favelas do Rio de Janeiro: uma catástrofe a ser evitada”[13] foi elaborado por pesquisadores da UFRJ, da PUC-Rio, da Fiocruz, de lideranças da Rede da Maré, do A Rocinha Resiste, do Instituto Raízes em Movimento e da Frente CDD contra a Covid-19. O Plano se divide com prevenção, assistência e ação social[14].

Além disso, em São Paulo, o MTST se mobilizou para assistir a população de rua. O Movimento criou o Fundo de Emergência para Sem-Tetos, arrecadando mais de 600 mil reais e assistindo mais de 6 mil famílias. A campanha pretende alcançar um milhão de reais, para assistir 16.300 famílias. Parcerias com outras iniciativas, como a Pastoral do Povo de Rua, de São Paulo, foram firmadas para dar continuidade ao trabalho. No Rio de Janeiro e em São Paulo, o grupo SOS Corona também está contribuindo[15].

A rede de apoio LGBT formada por casas de acolhimento em todo o país permanece funcionando e se ampliando. No Rio de Janeiro, por exemplo, a Casa Nem – importante casa de acolhimento LGBT do Rio de Janeiro – recebeu cestas básicas de Erick Witzel, filho do governador. Outras instituições e a CEDS-Rio (Coordenadoria da Diversidade Sexual do Rio) também apoiaram a Casa Nem, a Casinha[16] e áreas necessitadas[17]. A distribuição de cestas básicas auxilia grupos de alto risco, como transexuais profissionais do sexo e pessoas moradoras de rua.

As ações de resistência dos movimentos sociais

Em 28 de abril, ao ser questionado pela imprensa sobre o recorde de mortes por coronavírus no Brasil, Jair Bolsonaro respondeu “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre”.[1] Bolsonaro segue radicalizando seu comportamento irresponsável, causando repúdio em grande parte da população[2]. Os movimentos sociais buscam transformar esse sentimento difuso em resistência organizada.

No dia 13 de abril, a UNE lançou a campanha “Eu defendo a educação”, com aulas públicas, manifestações contra a postura do Ministro da Educação, ciclos de debates e o Festival Contra a Censura[3]. Em continuidade, no dia 24 de abril, a UNE fez uma publicação no Twitter em que destacava seu posicionamento diante do atual governo: “Ele não pode continuar. A UNE é oficialmente #ForaBolsonaro”[4]. Em 08 de maio, a entidade convocou uma onda de manifestações virtuais sob essa hashtag.

Além da UNE, as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo também convocaram manifestações virtuais e um panelaços tais como o convocado pelos Movimentos Populares Urbanos para o 1o de Maio. As medidas defendidas pelas diversas organizações que assinaram o panelaço, tais como como o MTST (Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto) e o MNLM (Movimento Nacional de Luta por Moradia), também incluem “Foram Bolsonaro/Mourão”[5].

Outra iniciativa de destaque em abril foi a campanha de taxação de fortunas, apoiada pelo MST[6]. A campanha de taxação de fortunas se popularizou por meio de um “twitaço” com a Hashtag #taxarfortunas, e ganhou força por meio de um abaixo-assinado, coordenado pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. A campanha defende a taxação de lucros e dividendos de indivíduos que possuam cotas e ações de empresas, a cobrança de impostos sobre grandes fortunas, a cobrança de ITR (Imposto Sobre a Propriedade Territorial Rural), entre outras propostas[7].

As divergências entre os movimentos sociais

Diferentemente da unidade entre os movimentos sociais que marcou o primeiro mês da pandemia, nossa pesquisa encontrou duas ordens de divergências, uma que foi superada – aderir ao Fora Bolsonaro – e a segunda, que ainda está em aberto, sobre os meios de construir a luta contra o governo.

Com relação ao Fora Bolsonaro, até o 01 de Maio, todos os movimentos sociais foram aderindo, indicando que a divergência inicial sobre essa bandeira desapareceu na medida em que o presidente radicalizou seu comportamento irresponsável.

Em 31 de março, a página oficial do CTB publicou um texto intitulado “Tirar Bolsonaro e criar uma frente ampla para liderar o país contra o coronavírus”, declarando que “a luta dos setores progressistas e democráticos da sociedade continua o de pôr fim a esse governo inepto”[1]. Em 22 de abril, a CUT publicou, em seu site oficial, um texto de Vagner Freitas, em que se afirma que o ““Fora, Bolsonaro” passou a ser o nosso maior desafio agora que amplas parcelas da nossa gente e das forças sindicais, políticas, populares e democráticas já perceberam que é impossível defender a vida e acenar com um futuro promissor enquanto Bolsonaro estiver no poder”[2]. O texto é uma defesa explícita do movimento “Fora Bolsonaro”. No dia 24 de abril, o MTST publicou um texto defendendo a retirada de Bolsonaro do poder. O texto terminou com um “Fora Bolsonaro!”, afirmando que Bolsonaro não é mais presidente[3]. No dia 01 de maio, foi lançado um manifesto, assinado pelo MST, pela UNE e pela UBES, defendendo o “Fora Bolsonaro”. O manifesto convoca a população para um panelaço e para manifestações virtuais em 8 de maio[4]. No dia 5 de maio, foi lançado um vídeo no site oficial da Força Sindical em que o presidente da organização, Miguel Torres, argumenta pela necessidade de que Bolsonaro renuncie. Em suas palavras: “Temos que, sim, exigir a renuncia imediata do presidente Jair Bolsonaro”[5].

Esse processo de superação da divergência entre os movimentos se completou com a posição do PT em final de abril. O partido tinha inicialmente decidido não aderir ao Fora Bolsonaro[6], lançou uma nota defendendo essa posição, somando forças com PSOL, PDT, PSB, Frente Brasil Popular, Frente Povo Sem Medo[7] e ANPG (Associação Nacional de Pós-Graduandos)[8], entre outros.

A segunda divergência inicialmente citada se deu com relação aos modos de encaminhar a luta pelo Fora Bolsonaro. As Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular divergiram com relação ao tipo de ato que deveria ser feito no Dia do Trabalhador. Houve um grande ato unificado, realizado por meio de lives online, das quais participaram CUT, CTB, Força Sindical, CGTB, CSB, entre outras organizações. Esse comício virtual contou com as presenças de lideranças políticas de esquerda – Dilma Rouseff, Lula, Flávio Dino, entre outros – e também com políticos à direita do espectro político, tais como Fernando Henrique Cardoso e Rodrigo Maio[9].

Devido à participação de representantes da direita, a Frente Povo Sem Medo e a Intersindical e o PSOL decidiram não participar do ato unificado por entender que “o convite a Fernando Henrique Cardoso, Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre não é compatível com o Ato de 01 de Maio”, tendo sido estes indivíduos integrantes dos setores responsáveis pelas Reformas Trabalhista e da Previdência. A Frente se manifesta ainda contra o governo Bolsonaro e reforça o Panelaço da Periferia no Primeiro de Maio[10]. O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, e o coordenador do MTST, Guilherme Boulos, também expressaram incômodo com o ato unificado[11]. Esta divergência segue sem solução e provavelmente retornará em novos eventos e manifestações contra Bolsonaro.

Conclusão

Esse texto analisa as ações de solidariedade e resistência dos movimentos sociais que se opõe ao governo Bolsonaro. Sabemos, contudo, existem mobilizações a favor do presidente, com atos de rua e carreatas ocorrendo semanalmente. O ato de maior dimensão e repercussão segundo mês da pandemia ocorreu em 19 de abril. Em Brasília, a manifestação ocorreu em frente ao Quartel General do Exército e contou com a presença do presidente, em meio a bandeiras de ordem pelo fechamento do Congresso e do Supremo[1].

Apesar de identificarmos essa polarização, entendemos que, conforme demonstram as pesquisas, que rejeição a Bolsonaro é maior do que a aprovação e que isso se reflete nas ações coletivas. As redes de solidariedade formadas no início da pandemia se mantiveram e fortaleceram, dando origem a novas iniciativas de acordo com as demandas da população. Entendemos que o impacto político dessas ações é fundamental para aumentar a legitimidade da oposição a Bolsonaro junto às populações atingidas.  

Do ponto de vista político mais geral, os movimentos iniciaram o segundo mês da pesquisa avançando para assumir uma posição política pelo Fora Bolsonaro, levantando essa bandeira em seguidas mobilizações virtuais. Nesse processo, as discordâncias internas de movimentos de oposição não cessaram de existir, especialmente sobre como organizar a luta contra o governo, se é preciso envolver setores para além da esquerda ou não. A ruptura no 01 de maio, quando MTST e Intersindical saíram do ato unificado, foi um primeiro exemplo desta discordância.

Seguiremos acompanhando os movimentos sociais na pesquisa para tentar entender melhor o alcance das redes de solidariedade e também para analisar as divergências entre eles sobre como conduzir a luta pelo Fora Bolsonaro.


[1]https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/carreatas-pelo-pais-pedem-fim-do-isolamento-apos-206-novas-mortes-por-coronavirus.shtml


[1]https://ctb.org.br/sp/tirar-bolsonaro-e-criar-uma-frente-ampla-para-liderar-o-pais-contra-o-coronavirus/

[2] https://www.cut.org.br/artigos/sem-medo-de-ser-feliz-e-em-defesa-da-vida-fora-bolsonaro-a3b8

[3] https://mtst.org/brasil/acabou-bolsonaro-voce-nao-e-mais-presidente/

[4] https://mst.org.br/2020/05/01/organizacoes-de-juventude-lancam-manifesto-contra-o-governo-bolsonaro/

[5]https://fsindical.org.br/videos/palavra-do-presidente-fora-bolsonaro-renuncia-ja

[6]https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/04/pt-decide-nao-aderir-ao-fora-bolsonaro-em-meio-a-pandemia-do-coronavirus.shtml

[7]https://gauchazh.clicrbs.com.br/politica/noticia/2020/04/lula-e-pt-aderem-ao-fora-bolsonaro-e-ampliam-frente-pelo-impeachment-ck9dfjr4k005s01qxh9dckbj8.html

[8] https://www.brasildefato.com.br/2020/05/05/contra-o-governo-bolsonaro-estudantes-realizam-manifestacao-unificada-na-sexta-feira

[9] https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/1o-de-maio-virtual-das-centrais-une-de-lula-a-fhc-em-atos-contra-bolsonaro.shtml

[10]https://esquerdaonline.com.br/2020/04/30/1o-de-maio-nota-da-frente-povo-sem-medo/

[11]https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/04/presenca-de-maia-alcolumbre-e-fhc-afasta-boulos-e-psol-de-1o-de-maio.shtml


[1]https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/04/28/e-dai-lamento-quer-que-eu-faca-o-que-diz-bolsonaro-sobre-mortes-por-coronavirus-no-brasil.ghtml

[2]https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/04/29/coronavirus-ultimas-noticias-e-o-que-sabemos-ate-esta-quarta-feira-28.htm

[3] https://www.brasildefato.com.br/2020/02/14/une-lanca-campanha-em-defesa-da-educacao-e-contra-o-ministro-abraham-weintraub

[4] https://www.causaoperaria.org.br/une-adere-oficialmente-ao-fora-bolsonaro/

[5]https://blogs.ne10.uol.com.br/jamildo/2020/05/01/movimentos-de-esquerda-fazem-panelaco-no-recife-no-dia-do-trabalhador/

[6]https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2020/04/mst-solidariedade-coronavirus/

[7]https://www.brasildefato.com.br/2020/04/13/tributacao-de-grandes-fortunas-ganha-forca-diante-da-pandemia-de-coronavirus


[1]https://www.brasildefato.com.br/2020/04/28/movimentos-defendem-politicas-para-agricultura-familiar-em-goias-durante-pandemia

[2]https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2020/05/03/mutiroes-entregam-doacao-de-alimentos-e-materiais-de-higiene-em-comunidades-no-am-durante-pandemia-veja-como-ajudar.ghtml

[3]https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/04/22/voz-das-comunidades-faz-monitoramento-independente-do-coronavirus-em-favelas-do-rio.ghtml

[4]https://oglobo.globo.com/sociedade/coronavirus-servico/coronavirus-iniciativas-da-sociedade-civil-levam-comida-produtos-de-higiene-mascaras-aos-mais-necessitados-24366111

[5]https://www.uol.com.br/ecoa/ultimas-noticias/2020/05/04/boasnoticias45-decisao-do-stf-da-recurso-a-empregados-contra-coronavirus.htm

[6]https://www.campograndenews.com.br/mato-grosso-do-sul/vaquinha-virtual-pretende-ajudar-povos-indigenas-contra-coronavirus

[7]https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/04/06/levantamento-da-cufa-indica-que-76percent-dos-moradores-de-comunidade-gastam-mais-por-causa-da-covid-19.ghtml

[8]https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2020/04/22/voz-das-comunidades-faz-monitoramento-independente-do-coronavirus-em-favelas-do-rio.ghtml

[9]https://educacao.uol.com.br/noticias/2020/04/08/une-e-a-favor-da-reducao-das-mensalides-das-universidades-por-coronavirus.htm

[10] https://falauniversidades.com.br/coronavirus-consequencias-para-as-universidades-publicas-brasileiras/

[11] http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=106565&tit=Universidades-estaduais-doam-materiais-de-protecao-a-Defesa-Civil

[12] https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2020-05/plano-para-combarter-covid-19-em-favelas-do-rio-foi-entregue-hoje

[13] https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2020/05/PlanodeAcao_COVID19-e-FAVELAS-RJ.pdf

[14] https://www.abrasco.org.br/site/noticias/especial-coronavirus/movimentos-autonomos-das-favelas-organizam-plano-de-acao-e-reivindicam-compromisso-publico-no-rio-de-janeiro/47584/

[15] https://www.justificando.com/2020/04/23/mtst-lanca-nova-fase-de-campanha-de-ajuda-aos-sem-teto-com-meta-de-r-1-milhao/

[16] https://www.sopacultural.com/noticias/coronavirus-prefeitura-do-rio-e-impulse-rio-doam-cestas-basicas-para-ong-lgbt-casinha/

[17] https://www.uol.com.br/universa/noticias/redacao/2020/04/18/filho-trans-de-witzel-trabalha-para-proteger-lgbts-dos-efeitos-da-covid-19.htm

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