Bolsonaro e evangélicos na política institucional: Uma aliança ainda mais estreita diante da pandemia

Por Rennan Pimentel

O presente texto tem por objetivo analisar a relação entre Bolsonaro e líderes evangélicos diante dos conflitos que dominaram a política brasileira desde que a Covid-19 foi decretada pandemia pela OMS em 11 de março de 2020. Desde então o presidente Jair Bolsonaro tem combatido as recomendações científicas para mitigar a disseminação do novo coronavírus e atacado as instituições que seguiram as orientações da OMS.

Nesse processo, uma permanente e grave crise política se somou às crises sanitária e econômica decorrentes da pandemia. Bolsonaro viu sua popularidade diminuir e ficou isolado, perdeu ministros e foi cercado juridicamente. A questão de pesquisa deste texto foi investigar de que maneira as lideranças políticas evangélicas se comportaram nesta crise. Nossa hipótese é que Bolsonaro e lideranças evangélicas pentecostais e neopentecostais estão estritamente alinhados na campanha do presidente de negacionismo científico na pandemia e de ataque às instituições.

Para tal estudo, foram analisados posicionamentos publicados nas redes sociais oficiais das principais lideranças evangélicas do Brasil como Silas Malafaia, Edir Macedo e RR Soares, além de matérias publicadas em sites jornalísticos como Grupo Globo, Uol, Nexo Jornal, Carta Capital, entre outros, além de sites oficiais do governo federal e do legislativo.

 Contexto político: As motivações que aglutinaram os evangélicos ao Bolsonarismo

Antes de tecer sobre a relação entre Bolsonaro e lideranças evangélicas durante a pandemia, se faz necessário compreender as motivações que o tornaram tão atraente para este grupo, a ponto de o considerarem como o candidato divino. O processo que forjou esta aliança foi construído por ambas as partes distintamente e culminou nas eleições de 2018. Este processo se construiu através de dois vieses: o primeiro ligado à insatisfação dos líderes políticos evangélicos com as políticas progressistas abraçada pela esquerda como legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo,  políticas de igualdade de gênero, combate à homofobia e à discriminação religiosa (principalmente de matriz africana), defesa das liberdades individuais e sexuais e garantia do Estado laico.  O segundo viés está ligado estratégia política e eleitoral de Bolsonaro, que, ao perceber a influência que este grupo vinha exercendo nas eleições brasileiras, forjou-se uma estratégia de aproximação.

Em sua maioria, os evangélicos são guiados por questões morais, principalmente ligadas à família e sexualidade[1], do qual repudiam temas ligados a homossexualidade e transsexualidade, legalização do aborto, métodos contraceptivos, liberdade sexual, legalização das drogas, feminismo. Estes temas estão associados diretamente a políticas progressistas assumidas pela esquerda brasileira e é vista como uma ameaça à família tradicional e a toda uma ideologia fundada pela religião cristã. Ao cingir-se a pautas mais humanistas e de justiça social, a esquerda passou a ser rejeitada pelos evangélicos, principalmente o PT – Partido dos Trabalhadores, viso que governou o país por 13 anos.

Bolsonaro se conectou a esta insatisfação para angariar votos dos evangélicos e investiu num simbolismo típico relacionado ao uso fundamentalista da Bíblia.[2] Engendra-se então a figura do presidente “divino”:  endossa a pauta moral ultraconservadora junto com a frente parlamentar evangélica e critica a agenda de direitos humanos. Apesar de declaradamente católico, se batiza no Rio Jordão, em Israel (Terra sagrada para as religiões monoteístas), mesmo rio em que Jesus Cristo fora batizado, figurando-se como um político ungido.

Outros fatores também foram determinantes: como até mesmo o próprio sobrenome Messias, que significa “ungido” e é figura chave da Bíblia, onde Messias era o salvador prometido por Deus, que viria para mudar o mundo. Jesus é o Messias anunciado pelo Antigo Testamento. E nessa analogia, Bolsonaro seria o prometido de Deus para mudar o Brasil e nos livrar do comunismo e suas pautas imorais.

O atentado durante a campanha eleitoral, em que foi atingido por uma facada, permitiu a Bolsonaro trabalhar a imagem de um mártir cujo inimigo estaria tentando matar para impedir a promessa política de mudança desta nação.

A frase “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” colocou Bolsonaro diretamente como o candidato cristão. Além disso era preciso criar um inimigo imaginário que ameaçasse todo o ideal religioso, e nesse caso, a esquerda e suas políticas progressistas foi escolhida para assumir essa posição.

Todo esse processo de construção de um político divino foi extremamente exitoso, onde se construiu forte aliança com as principais lideranças eclesiásticas do Brasil, como exposta nas palavras do Pastor Bezerra, Presidente da Assembleia de Deus: “De todos os candidatos, o único que fala o idioma do evangélico é Bolsonaro, Não podemos deixar a esquerda voltar ao poder”[3]. O apoio evangélico e a concepção de uma figura que defende a família e a moral fundamentada em simbolismos religiosos esconderam todo um histórico autoritário e de ideais anticristão, culminando em sua eleição e condução a presidência da república em 2018.

Após eleito, Bolsonaro buscou estreitar essa aliança e concedeu pastas ministeriais à evangélicos, como o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos à Pastora Damares Alves, Ministério da Cidadania à Onyx Lorenzoni[4], Ministério do Turismo à Marcelo Álvaro e a Secretaria de Governo a Luiz Eduardo Ramos, além de diversos cargos no 2° escalão do governo[5].

Aliança no negacionismo diante da pandemia

A pandemia intensificou a aliança de Bolsonaro com as lideranças evangélicas [neo]pentecostais expondo que estão estritamente alinhados na campanha ao negacionismo científico, uma vez que ambas as partes minimizaram a gravidade da pandemia da Covid-19 e criticaram as recomendações científicas para mitigar a disseminação do novo coronavírus e atacaram as instituições que seguiram as orientações da OMS.

Neste âmbito, destaca-se o Pastor Silas Malafaia, líder da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, amigo íntimo de Bolsonaro, Malafaia é um crítico ferrenho de qualquer posicionamento contrário aos preceitos religiosos, onde além do púlpito de sua Igreja, utiliza suas redes sociais para expressar seu posicionamento político.

Silas Malafaia minimizou a pandemia e se recusou a fechar templos, alegou que as Igrejas devem permanecer abertas pois são um refúgio para os fiéis e declara inconstitucionalidade na ordem de fechamento dos templos. Em seu canal no Youtube, pontuou: “A nossa igreja aqui vai ficar de portas abertas… A igreja tem que ser o último reduto de esperança para o povo. Eu vou estar aqui, como pastor”[6]

E ainda acrescentou que a forma como a mídia repercute a pandemia no país, é de completa histeria, termo também usado pelo presidente: “Nós não estamos subestimando nada. A doença é real, o vírus é real. Temos que estar antenados. Mas você tem que tomar muito cuidado para não entrar numa “neura louca””.[7]

E completa alegando que a oração e a fé divina são armas poderosas no combate ao coronavírus:

“Um bichinho desgraçado que a gente não vê nem a olho nu causa uma balbúrdia no mundo, na economia. As pessoas ficam apavoradas. Nós cremos que Deus está no controle de todas as coisas. E nós cremos no poder da oração. Porque essa é a nossa arma, gente! É o que nós temos!”[8]

Inicialmente resistiu-se ao fechamento dos templos orientado pelo Governo do Estado do Rio de Janeiro sob o decreto nº 46.973 de 16 de março de 2020[9], do qual proibia a realização de eventos e atividades com presença de público e seguiu normalmente seus cultos. No dia 18 de março, criticou o isolamento social nas redes sociais desafiando as instituições no twitter: “Querem fechar as igrejas que sou pastor? Recorram à Justiça”. Entretanto, no dia 20 de março, apesar da tentativa de evitar o esvaziamento das Igrejas, a Justiça do Rio de Janeiro proibiu a celebração dos cultos e as 116 igrejas comandadas por ele, suspenderam as cerimônias.[10]

Outros líderes também minimizaram a pandemia, RR Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, alegou que o coronavírus era obra do diabo e por esse motivo os evangélicos não deveriam temer, pois Deus os livrarão:

“A primeira palavra que quero dar hoje é para o povo de Deus não ficar com medo deste vírus que está vindo por aí, chamado coronavírus. Ele é a coroa do diabo, mas temos a coroa de Jesus sobre nós. Não tem que ter medo algum, já houve outras ameaças à humanidade”.[11]

O Bispo Edir Macedo, presidente da Igreja Universal do Reino de Deus e proprietário da RecordTV, seguiu a mesma linha arguindo que o vírus seria obra maligna para promover o medo na nação:

“Meu amigo e minha amiga, não se preocupe com o coronavírus. Porque essa é a tática, ou mais uma tática, de Satanás. Satanás trabalha com o medo, o pavor. Trabalha com a dúvida. E quando as pessoas ficam apavoradas, com medo, em dúvida, as pessoas ficam fracas, débeis e suscetíveis. Qualquer ventinho que tiver é uma pneumonia para elas”.[12]

O sociólogo Clemir Fernandes, doutor em Ciências Sociais pelos UERJ e pesquisador do Instituto de Estudos da Religião (ISER), avalia este posicionamento de demonização ao isolamento social praticado pelas lideranças religiosas, como uma questão de instinto de negócios, onde, assim como os empresários perdem seus lucros com o fechamento de seus negócios, as grandes Igrejas como uma espécie de “instituição financeira” deixam de arrecadar com ofertas e dízimos com o fechamento dos templos.[13]

Isto exposto, preocupados com a perda na arrecadação de dízimos e ofertas, líderes evangélicos pressionam governos estaduais e municipais contra o fechamento das Igrejas e templos, alegando que a religião tem papel de suporte espiritual e psicológico diante das adversidades e que limitar os fiéis de exercer sua fé poderia contribuir a um caos social.  A bancada evangélica, representada pela Frente Parlamentar Evangélica, emitiu nota no dia 18 de março solicitando a reabertura dos templos religiosos com a justificativa de enfrentamento da pandemia a partir do exercício da fé. Prontamente, no dia 20 de março, o presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa da pauta:

“O que eu vejo no Brasil, não são todos (governadores), mas muita gente, para dar satisfação para seu eleitorado, toma providências absurdas, fechando shoppings. Tem gente que quer fechar igreja, o último refúgio das pessoas”.[14]

Assim sendo, a aliança negacionista exercida por Bolsonaro e lideres evangélicos diante da pandemia expõe o elevado grau de alinhamento ideológico, onde ambos minimizam a gravidade da covid-19 e evidencia que os interesses privados estão a frente dos interesses públicos, apresentando um certo baralhamento nas relações, onde de um lado a Igreja não quer deixar de arrecadar, mesmo que isso leve fiéis à morte e de outro lado, Bolsonaro busca medidas para não perder apoio político frente a crise. Diante disto, no dia 25 de março, a Presidência da República baixou decreto que colocava as Igrejas com status de atividade essencial na pandemia, o que permitiu que voltassem a receber fiéis.[15]

Apoio a Bolsonaro no auge da crise

A pandemia gerou uma crise no governo Bolsonaro que provocou demissões de ministros, perda de popularidade e perda de apoio político com uma parcela da opinião pública abandonando o governo devido ao negacionismo no combate à pandemia e a saída de Sergio Moro do governo sob denúncias de tentativas de interferência na Polícia Federal. À vista disso, Bolsonaro buscou estreitar os laços com sua base política criando cargos, liberando verbas e concedendo mais poder a estes grupos. Mirando em estreitas o apoio das lideranças evangélicas, o Governo Federal gastou R$31,3 milhões em campanhas vinculadas a empresas de rádios e TV’s de pastores que apoiam Bolsonaro, a maior parte, aproximadamente 29 milhões, direcionado ao grupo que administra a Rede RecordTV, vinculado à Igreja Universal do Reino de Deus, presidida por Edir Macedo[16]. O valor equivale a quase 10% de tudo que a Secretaria de Comunicação gastou desde o início do governo Bolsonaro. Além de apoio financeiro, Durante a pandemia, com a crise institucionalizada e diante da saída de Sergio Moro e Abraham Weintraub, então ministros da Justiça e Educação respectivamente, seus cargos foram ocupados por evangélicos, no caso André Mendonça (inclusive cotado para ser o ministro evangélico do STF) no Ministério da Justiça e Segurança Pública e o Pastor Milton Ribeiro no Ministério da Educação, ampliando ainda mais a participação dos evangélicos no 1º escalão do governo.

Os evangélicos já vinham ganhando espaço no governo desde o mandato de Dilma Rousseff, porém foi no governo de Jair Bolsonaro que ganharam grande destaque. A ala cristã desbancou o grupo Olavista[17] e passaram a dividir o poderio com os militares, que ocupam de forma expressiva e hegemônica vários cargos do primeiro escalão. É nítido que além do grupo militar, os evangélicos conservadores são prioridade no governo, expondo de forma clara, a construção de um governo expressivamente militarizado e fundamentalista cristão.

Diante das crescentes crises sanitária, econômica e política, 11 líderes evangélicos pentecostais e neopentecostais fizeram um ato de apoio ao presidente, com uma oração coletiva no Palácio do Planalto contra a “baderna” ocorrida pela sequência de protestos contra o governo, os pedidos de impeachment no Congresso, a queda de popularidade, o levado número de mortos pela pandemia da covid-19, além de problemáticas sociais.[18] Estiveram presentes na reunião os pastores: Abner Ferreira da Assembleia de Deus em Madureira; Eduardo Bravo, representando a Igreja Universal do Reino de Deus de Edir Macedo; RR Soares da Igreja Internacional da Graça de Deus; Renê Terra Nova do Ministério Internacional Renovação; Cesar Augusto da Igreja Apostólica Fonte da Vida; JB Carvalho da Comunidade das Nações, Silas Malafaia da Assembléia de Deus Vitória em Cristo, entre outras.

Os religiosos se manifestaram contra a chamada “convulsão social e institucional” que se fundou diante da pandemia e reafirmaram que o governo de Bolsonaro é abençoado por Deus. Malafaia pontuou:

-“O povo brasileiro é um povo pacífico, não é povo de quebra-quebra, nem de baderna. A marca do povo brasileiro é o povo do verde e amarelo”, “Esse País não vai ser Venezuela, não vai ser destruído por ninguém. Esse País não vai falir. Este país pertence a Deus”[19]

– “Toda autoridade constituída é permissão de Deus. Ele põe e Ele tira, é Ele quem faz isso. Não é jogo corrupto, bandido de homens que por interesses escusos de ganância e de poder que vai trazer caos para essa nação. Que Deus livre o Brasil dessa praga e dessa pandemia, que esse espírito de morte seja repreendido da nossa nação”[20]

                        RR Soares segui o mesmo pensamento:

“O Senhor colocou o presidente Bolsonaro para ser pastor aqui durante quatro anos” … “os que são contra o País respeitem a decisão do povo”…”Oramos para que todo o Brasil entre num acordo. Amarramos todas as forças espirituais contrárias a Tua vontade”.[21]

Os pastores ungiram Bolsonaro e pediram intercessão divina em favor da nação e da harmonia entre os três poderes, fechando a oração com o slogan da campanha: “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos”. Bolsonaro agradeceu a presença das lideranças evangélicas e alegou que sua eleição foi um milagre divino, assim como ter sobrevivido ao atentado durante a campanha eleitoral de 2018, afirmando que todas as problemáticas serão superadas e que Deus conduzirá a nação a um “porto seguro”.[22]

Conclusão

O apoio das lideranças evangélicas a Bolsonaro ajuda a explicar a resiliência política do presidente. Mesmo diante de todas as polêmicas, denúncias e queda na popularidade, o mandatário segue livre de uma ameaça de impeachment e capaz de reorganizar seu governo. A Frente parlamentar evangélica ou popularmente, bancada evangélica, é composta por 195 deputados, que representam 38% do total de deputados no Congresso Federal.[23] Permanecendo este grupo, fiel a Bolsonaro, é impossível uma aprovação de impeachment na Câmara do Deputados e por este motivo que o governo confere a eles tanto destaque.

Em suma, a bancada evangélica exerce papel decisivo na manutenção de poder de Bolsonaro, por dois motivos: é uma bancada relativamente forte no Congresso e podem ser decisivos em votações e pelo fato de ser um grupo conservador com pauta ligada a defesa da moral e da família, ideologia pela qual Bolsonaro se elegeu e está extremamente conectado. A aliança do presidente com este grupo proporciona garantia de maior governabilidade e até mesmo a permanência na Presidência da República.

Conforme evidenciado, a crise política agravada pela pandemia da Covid-19 e o posicionamento negacionista do governo serviram para reforçar a aliança entre Bolsonaro e lideranças evangélicas. Bolsonaro liberou verbas, concedeu ministérios (Justiça e Educação) e ampliou a influência dos evangélicos no governo a fim de os aglutinar e impedir debandadas. A aliança desempenha uma relação de mútua troca de interesses, onde Bolsonaro busca aval para seu desgoverno e os evangélicos buscam ampliação de seu poderio e influência nas tomadas de decisões.

É interessante analisar esta relação, que ilustra não apenas uma simples aliança para governança, mas sim, um projeto ideológico de política e poder de nível mundial cunhado pela extrema-direita que visa a instrumentalização do cristianismo, desfrutando de símbolos e valores cristãos como estratégia política com objetivo de combater qualquer grupo ou “inimigo imaginário” que produza ameaça a trindade “Deus, pátria e família”.[24] A sociedade deve ficar atenta a esses movimentos, pois a história já demonstrou que governos autoritários de ruptura democrática nascem em momentos de crise e se fundam em ideais puritanos e cristãos, na defesa da família e do cidadão de bem, do qual intrinsecamente,  não estão nada alinhados à estes valores e apenas usufruem dele para ascender ao poder e atender aos interesses de um determinado grupo.


[1]https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/05/evangelicos-bolsonaro-criticas/

[2]https://www.nexojornal.com.br/ensaio/2019/O-bolsonarismo-evang%C3%A9lico-e-o-mal-estar-que-ele-gera

[3]https://epoca.globo.com/como-bolsonaro-se-tornou-candidato-dos-evangelicos-23126650

[4] Antes de gerir o Ministério da Cidadania, Lorenzoni foi Ministro-chefe da Casa Civil de 1° de janeiro de 2019 a 14 de fevereiro de 2020.

[5]https://www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/evangelicos-conservadores-sao-hoje-prioridade-no-governo-bolsonaro/

[6]https://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/redacao/2020/03/14/silas-malafaia-diz-que-nao-vai-fechar-igreja-por-causa-do-coronavirus.htm

[7] ibidem

[8]ibidem

[9] https://pge.rj.gov.br/comum/code/MostrarArquivo.php?C=MTAyMjI%2C

[10]https://apublica.org/2020/04/o-lobby-dos-evangelicos-contra-o-fechamento-das-igrejas/

[11]https://www.rtp.pt/noticias/covid-19/covid-19-igrejas-evangelicas-dividem-se-entre-minimizar-pandemia-e-cancelar-cultos-no-brasil_n1212588

[12] idibem

[13]https://www.dw.com/pt-br/evang%C3%A9licos-fazem-coro-com-bolsonaro-e-negam-riscos-do-coronav%C3%ADrus/a-53000050

[14]https://apublica.org/2020/04/o-lobby-dos-evangelicos-contra-o-fechamento-das-igrejas/

[15]http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2019-2022/2020/decreto/D10292.htm

[16]https://apublica.org/2020/06/governo-gastou-r-30-milhoes-em-radios-e-tvs-de-pastores-que-apoiam-bolsonaro/

[17] Que seguem o filósofo autodidata Olavo do Carvalho

[18]https://www.terra.com.br/noticias/brasil/politica/bolsonaro-recebe-lideres-evangelicos-e-ora-contra-baderna,6805389047d21c9730480133031e140275d1hx8z.html

[19]https://jovempan.com.br/noticias/brasil/encontro-bolsonaro-pastores-evangelicos.html

[20]ibidem

[21] ibidem

[22]ibidem

[23] https://politica.estadao.com.br/noticias/geral,bancada-evangelica-e-13-mais-governista,70003011090

[24] https://theintercept.com/2020/07/27/entrevista-direita-populista-usa-cristianismo-para-criar-sentido-comum-e-respeitabilidade/

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